All I Wanna Do Is Rock!

Antes de sairmos para a casa do seu Tarcísio, pai do Cris, era necessário juntar todo mundo. Estreei minha camiseta da Avril e desci quando Cris chegou. Primeiro eu e o Cris fomos no Pedro, que ainda não estava pronto, e estava ainda semi-bêbado da noite anterior. O Pedro desceu e fomos pegar a Mari, que quando recebeu nossa ligação da frente do prédio dela, obviamente ainda não estava pronta pra sair. Esperamos bebendo uma coca-cola curativa, ehehe.

A Mari desceu e fomos até um Zaffari ali no Bom Fim. E é nessas horas que eu adoro Porto Alegre. Supermercado sábado de manhã, cheio de garotas bonitas! Nada melhor. Compramos cerveja, material pra salada (pimentões de várias cores), pasta de alho, etc. Lá haviam duas belíssimas guriazinhas, creio eu irmãs, que me asseguraram que cedo ou tarde serei preso por adorar adolescentes, ou no mínimo me tornarei um velho tarado. Pedi pro Cris para levar as guriazinhas e ele concordou, mas a Mari achou que teríamos que pesá-las e acabou ficando complicado.

Fomos pra casa do Pedro e o deixamos lá. Eu, o Cris e a Mari fomos pegar os irmãos Kalil no prédio do Marcelo. Voltamos pro Pedro, esperamos o Fabian por um bom tempo e largamos pra Canoas.

Felizmente o seu Tarcísio já esperava com a carne na churrasqueira. Colocamos mais algumas coisas no fogo e começamos a beber. O Cris, o Fabian e o Pedro se jogaram na água. Depois de um tempo começamos a tocar. O pai do Cris cantou uma enquanto a gente arrumava o equipamento (ele tem duas bandas, uma toca só beatles), e ele canta pra caralho.

Eu, pelo menos, passei desde então tocando e cantando, enquanto alguns da banda se revesavam. Foi uma salada. Cris tocando bateria, eu baixo, sério baixo, eu guitarra, Sérgio guitarra, Pedro guitarra. Uma baderna muito afudê! Combinamos de começar a preparar o show Superphones Covers (2000-2005).

Cervejas e músicas depois, hora de ir embora. Comentamos algo sobre fazer alguma coisa de noite, mas estávamos todos acabados. Varei a noite na internet, pra variar. Dormi mal por causa do calor e sonhei com a Fernanda Lima, que estava braba porque estava meio acima do peso. De repente eu estava fugindo de uma fortaleza tecnológica porque queriam me matar. Acordei. Está quente e nojento.

O verão, como uma amiga minha me disse, é humilhante.

Talvez cervejas de tarde. Talvez cervejas de noite. No meio disso, o ensaio.

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