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Viagra e Cialis

Playlist de ir pra praia em 1984

Tá… já forcei mais do que o aceitável. Hehehehe…

Uma marca, uma imagem – 1

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Meu revolucionário controle remoto – parte 2

Bem, eu tinha prometido no primeiro post que mais tarde eu iria colocar mais informações sobre o controle remoto depois que eu tivesse modelado ele melhor. Ele ainda não está como eu queria, o que provavelmente me obrigará a admitir que o SketchUp não vai dar conta do recado e que eu terei que dar uma estudada no Cinema 4D novamente. Mas como eu sou meio maníaco por aprender a fuçar em softwares, isso não é exatamente um problema.

controle-29-05

Essa imagem é praticamente a mesma que eu postei na outra vez, sem maiores explicações. Acredito que quem tenha dado uma mínima olhada nisso e tenha nascido antes de 87 consiga reconhcer o seletor girtório que costumava existir nos aparelhos de TV. Na realidade, foi esse seletor, e seu famoso PLÉC! que inspiraram esse troço que eu estou postando aqui. Fiquei com saudade do modo como se trocava os canais nas TVs antigas, e como a saudade não se extendia a levantar pra trocar de canal, concluí que dava pra resolve-la com um controle que tivesse o seletor nele.

diagrama-1Inicialmente eu tinha pensado em deixar o seletor apenas para os canais, e colocar sliders para o volume e pra outros controles, mas assim não teria como dar conta de todas as funções das TVs. Vamos à explicação dos ítens acima:

  1. ON/OFF – Para os que nasceram nos últimos minutos ou recém chegaram ao nosso planetinha patético, é preciso explicar que este botão serve para ligar e desligar a TV;
  2. A área circular no centro do seletor trata-se de um display de cristal líquido esverdeado, onde será mostrada a informação à função selecionada no momento;
  3. Seletor giratório propriamente dito. Cada vez que ele for acionado, irá alterar os parâmetros da função escolhida nos botões do controle remoto. Explicando de um modo mais simples: servirá pra trocar de canal, mexer no volume, cor, brilho, etc.;
  4. Botões de função. Os 6 superiores tem, cada um, um led respectivo, que quando aceso indica que aquela é a função selecionada no momento, sobre a qual o seletor girtório irá atuar;
  5. Janela de plástico translúcido por onde passa o raio infra-vermelho.

controle2

Obviamente, por mais que eu tenha me divertido inventando isso, meu controle remoto não existe nem tem – até o momento – nenhuma probabilidade de vir a existir além de um modelo 3D. De qualquer modo, minha idéia é brincar mais um pouco em cima desse modelo e ver se ele consegue ficar ainda mais interessante.

Prometo postar aqui qualquer avanço na minha invenção.

Adobe inova com capa-falsa na QUEM!

capa-falsa-quem

ok… piada fora do timing… mas é válida!

Meu revolucionário controle remoto

Ainda não está pronto, mas já me rendeu uma boa diversão no Google SketchUp 7.

controle_remoto

Câncer ou fraude?

Essa notícia me fez pensar…

Com fraudes ao sistema previdenciário, sistema judiciário e sistema de saúde, será que não levantaram a hipótese de que o que a Dilma tem no sistema linfático seja uma fraude e não um câncer?

Privatização dos Presídios – Eu acredito!

Voltou a ser discutido um tema sobre o qual me interesso muito: a privatização dos presídios no Brasil. Por mais ou menos polêmico que seja o tema, e por mais que eu seja a favor da provatização dos presídios, acredito que um país que não compreende o conceito de punição não esteja preparado para tal alteração no funcionamento do sistema carcerário.

Pra ter uma idéia no potencial de idiotice atual, o tema esta sendo discutido hoje no Jornal do Almoço na RBS e o convidado em questão estava comentando sobre as denúncias que os presos estavam fazendo de que membros de facções diferentes estavam sendo misturados e isso era perigoso. Claro… MAS QUEM DISSE QUEM TEM QUE TER FACÇÕES EM PRESÍDIO? Se elas existiam na favela onde os criminosos habitavam antes elas acabam na porta da prisão! Eles têm que ser misturados, realocados de pouco em pouco tempo, para que nunca se possam formar facções dentro do presídio. Como eu já comentei outras vezes, prisão não é hotel! É para ser ruim! É para fazer o criminoso se arrepender! Senão não serve pra nada.

E o “problema do celular” se resolve com telefone fixo. Basta instalar barreiras magnénicas para impedir o sinal do celular e colocar telefones fixos com senha. Televisão, só pra ver filme. Nenhum preso precisa saber o que seus comparsas estão fazendo na prisão.

Não entrarei no mérito das visitas porque elas não deveriam existir. Se o cara vai ficar sem ver a família devia ter pensado nisso antes de fazer merda. Até porque, verdade seja dita, a família preferia ser ver livre dele mesmo.

Por fim, por mais que eu queira implantar o colchão vitalício, o talher vitalício, a prisão de metal e os pés descalços, e todos os outros dispositivos disciplinares revolucionários, a verdade é que um país sem pena de morte não pode privatizar presídios, simplesmente porque todo e qualquer caso de corrupção deste sistema precisaria ser punido com morte, ou então o Brasil estaria definitivama e oficialmente entregue aos ladrões.

Usuário

u.su.á.rio

(adj. sub. masc.) do latim usuariu

Sujeito que faz uso de software ou de maconha.

Introdução ao uso do cérebro 2

Como eu havia comentado no final do último post, agora passarei aos próximos dois tópicos deste assunto tão controverso. Por mais simples que possam parecer os enunciados, eles certamente compreendem mais problemas que os claramente explícitos.

  • Ele é meu amigo?
Em uma primeira análise, a resposta a essa pergunta é: sim, ele é seu amigo. Porém, analisando a questão mais profundamente, podemos ser levados a acreditar que ele não seja. Afinal, esse mesmo cérebro que nos permite resolver, ou tentar resolver,  as mais importantes questões da existência humana, é o mesmo cérebro que resolve distorcer as informações visuais mandadas a ele pelos olhos, baseado simplesmente em distorções da compreensão da realidade resultantes da falta de um manual de instruções impresso nas costas dos bebês. É o mesmo cérebro que resolve badernar as prioridades de nossas tarefas diárias de acordo com o nível de hormônios que nossas glândulas enlouquecidas resolveram embebedar ele.
Mas isso não o torna ele menos útil. Assim como a grande maioria dos cachorros e dos novos browsers, o cérebro é capaz de aprender com a experiência (tá, nem todos. Mas vários deles). E quanto mais se usa o cérebro, mas fácil e rápido de usar ele é. E menos vezes ele te sacaneia.
Claro que tem aquelas pessoas que parecem que estão sempre usando o cérebro pela primeira vez. Daí a capacidade de fazer merda é tão grande quanto a de resolver problemas. Tu não entrega uma furadeira pra quem nunca tocou numa antes porque sabe que a pinta vai fazer merda. Mesma coisa com o cérebro. Não espera que alguém que nunca usou vai saber usar, porque vai dar merda!
  • Tem que pagar pra usar?
Bem, daí depende. Embora a maioria da pessoas insista em viver a utopia politicamente correta de achar que todo mundo tem a mesma capacidade, que não existe burrice e que o que muda são as oportunidades que cada um tem, a verdade é bem outra. Isso pode até ser bonitinho, mas tá errado. Os cérebros das pessoas diferem bastante. Alguns funcionam melhor, outros só servem pra equilibrar o cara enquanto caminha mesmo.
E é exatamente a visão pouco democrática do altíssimo, expressa acima, que faz com que as vezes seja necessário pagar pra usar o cérebro. Quando se nasce com um cérebro capaz de grandes feitos do raciocínio, a vida é melhor (embora mais deprimente, já me desculpando pelo clichê), e muitas coisas podem ser resolvidas sem ajuda. Ainda assim, o cérebro não vai ser bom em tudo, ou pelo menos, mesmo que fosse capaz de ser, ele não vai ser treinado pra tudo. E é nessa hora que entra a grana.
Quem nasceu com o cérebro meramente ilustrativo depende daqueles que têm um que funciona para realizar alguns serviços. E pra isso tem que pagar. Mesmo os que tem cérebros úteis muitas vezes tem que pagar pra usar o de alguém que seja melhor naquilo que precisa que seja feito. E não é errado pagar. Muito pelo contrário. Cérebro bom tem que ser valorizado. E a verdade é que não é. E é por isso que caiu em desuso.
Já chegamos a um ponto em que podemos notar o quanto a questão do uso do cérebro anda pouco explorada nos últimos tempos. Até porque tem que usá-lo para poder fazer esse tipo de questionamento. E em uma época em que já se suspeita que cérebro é item opcional na hora da encomenda do feto, vale a pena tratar desse assunto e incentivar o uso do cérebro cada vez mais.
No próximo post trataremos dos seguintes temas: Como sei se o meu funciona? Como posso detectar que alguém está usando? E vamos nessa!