Belle & Sebastian – Write About Love

Os Dentes da Delicadeza – Lançamento dia 1º de Junho, no Café da Oca, 19 horas

Poema do livro “Os Dentes da Delicadeza“, do Everton Behenck, que eu conheço desde que dizia que a gente deveria se mudar daqui a uma semana.

Então o guitarrista do Guns gosta da minha banda… que viagem!

Ontem, no final do dia, recebi um e-mail na FML (Famecos Mailing List, criada pelo Valton, pelo Scooby e por mim, antes mesmo de existir spam, yahoogroups e ferramentas decentes de e-mail) um e-mail com o link para essa notícia no virgula.com.br, do UOL:

Richard Fortus curte Superphones!

Tipo… em uma lista que tem Mutantes, Mamonas Assassinas, Cansei de Ser Sexy e Tom Jobim, me surpreende estar Superphones junto. Nesta lista, somos a única banda que só compõe e inglês, e acho que é isso que me faz ficar surpreso com o cara lembrar da gente no momento de fazer uma lista de “música brasileira”.

De qualquer forma, é muito afudê. Se eu descobrir que ele descobriu a banda através do CD que eu entreguei pro Brian Molko, vai ser mais divertido ainda. Mas isso já é bem mais improvável. Hehehe…

Botando o mercado automobilístico de pernas para o ar.

Botando o mercado automobilístico de pernas para o ar.

BuscaPé: JahEh! … Triste resultado da ideia sem acento

Certamente quem acaba parando por aqui nos últimos tempos deve achar que a única coisa que eu faço é meter pau nas coisas que os outros fazem. Mas, afinal, quem manda fazer merda?

Essa campanha nova do BuscaPé é definitivamente um lixo. Inicialmente, meu relacionamento com o site de buscas era apenas ficar de cara quando algum dos resultados das buscas que eu faço no Google é um link pra esta naba. Mas no momento, ainda sou atormentado com esta porcaria entre os oito filmes que a NET tem para revezar.

Abaixo o vídeo, para que os leitores possam compartilhar do meu desgosto:

É ou não é uma monstruosidade? Suspeito que esta bosta seja o efeito da remoção do acento da ideia. Quando a idéia tinha acento, ela não chegava tão baixo.

Desculpem a todos. Sei que mostrar um vídeo desses é semelhante a mandar uma foto de uma latrina recém usada por SMS, mas meu complexo de vergonha alheia (fico tão constrangido pelo ator do comercial que chego a encher os olhos d’água) me obrigou a compartilhar.

Battle for the Sun – Placebo (2009)

Battle for the Sun

Depois de séculos sem escrever porra nenhuma aqui, lá vou eu pra mais mais uma resenhazinha musical.

Como eu ando mais alheio do que nunca aos acontecimentos da vida das bandas que eu gosto, eu não tenho lá muitas informações sobre a produção do mais novo album do Placebo. Dessa forma, vamos apenas aos comentários sobre as músicas, uma a uma:

1) Kitty Litter: Os timbres da primeira música puxam pra um Placebo muito mais Without You I’m Nothing do que pra um Placebo Meds, embora a levada da música mantenha a mesma pilha do Meds;

2) Ashtray Hearts: Quem me conhece medianamente bem sabe a extensão da minha abominação em relação à língua Espanhola. O que torna nada surpreendente a péssima sensação que os backing vocals em espalhol que abrem a música (e que infelizmente voltam em todos os refrões). Ponto pro Placebo que conseguiu fazer uma melodia empolgante o suficiente pra que eu consiga relevar o espanhol;

3) Battle for the Sun: Música que batiza o album, eu já tinha tido a chance de ouvir antes do lançamento, graças a uma promoção feita pela banda pra quem assina a mailing list deles. Novamente me soa como uma mescla eficiente de timbres de um Placebo mais antigo com um ritmo do Placebo dos últimos albuns;

4) For What is Worth: Até agora a música mais diferente do álbum. E considerando os backing vocals desta música e os da segunda, dá pra sacar uma proposta de experimentar algo novo na maneira de trabalhá-los;

5) Devil in the Details: Aqui fica clara a experiência com os backing vocals. Acredito que se desse pra desligar os canais coms os backings – pra testar – se teria algo muito parecido com o que foi criado no Meds;

6) Bright Lights: Teclado com timbre de Moog e vocal dobrado trazem a música mais marcante do álbum até agora. Pelo que me conheço, mais algumas voltas desta aqui no iTunes e ela estará cicatrizada na minha cabeça;

7) Speak in Tongues: Novamente o teclado aparece de modo marcante e com um timbre agudo pouco comum nos álbuns anteriores. Baixo marcado e guitarra entrando afu no refrão.

8) The Never-Ending Why: Estrutura clássica de música do Placebo – começa com guitarreira, acalma na entrada do vocal, caixa da batera começa a marcar, acelera, rolo de bateria, entra todo o instrumental, ponte, uma volta de refrão, retorna à batera marcada mas com o teclado agudo novo. Muito bom!

9) Julien: Com todo o espaço que os Eletro-qualquercoisa tomaram nas rádios e pistas de hoje, não é surpresa a batidinha desta música, embora sempre que eu ouço algo assim acontecendo, eu inevitavelmente lembre de My World, do Guns, e isso é apavorante. Eu realmente gosto de Placebo, mas esta faixa é bem dispensável;

10) Happy You’re Gone: E o tecladinho agudo segue mostrando ao que veio. É divertido ouvir Placebo e lembrar de Superphones: a bateria é muito 9th Floor. Hehehehe.

11) Breathe Underwater: Sempre respeitarei a capacidade do Placebo de fazer bons refrões.

12) Come Undone: Boa levada, mas levando em consideração o conceito do gráfico do Fabian, eu não colocaria essa música como penúltima do álbum. Se bem que os caras vendem pra caralho, e devem saber como fazer isso melhor do que eu. Hehehe. Nada como não ser comentarista de futebol e poder reconhecer o próprio desconhecimento.

13) Kings of Medicine: Eu achando ou não que a música anterior deveria estar onde está, esta certamente foi uma escolha genial pra fechar o álbum. Melodia do caralho! Metais, teclado e um refrão muito grudável! Foda mesmo!

Bem… essa termina por aqui. Se tu der certo tem mais muito em breve.

O Cagão da Amil

Esteticamente apavorante e intelectualmente ofensivo, o novo comercial da Amil vem com força total com o objetivo de massacrar sonhos e esperanças de publicitários brasileiros por uma propaganda mais moderna.

É uma monstruosidade. Uma masturbação de efeitos visuais que apenas um norte-americano nos anos 80, ou o Hans Donner hoje seria capaz de cometer. Uma inegável porcaria.

De qualquer forma, já que eles começaram, vamos analisar o texto desse troço, para compreender porque dei o título acima ao post:

Quem está vendo pela primeira vez não entende a necessidade clara do cara já começar avisando que não está sozinho. Mas não precisarão muitos segundos a mais pra entender que é melhor dizer que não está sozinho pra tentar desencorajar as pessoas a cagarem o merda a pau.

Aos 12 segundos já sabemos que a culpa por estarmos expostos ao imbecil é dos pais dele e de todos os membros da família que o precederam.

Aos 26 segundos já dá pra desconfiar o que o cara cercado de raiozinhos e brilhozinhos e que acha que nenhum detalhe em volta dele parece igual andou tomando, né?

Aos 29, quando todo mundo já está afim de emboscar o filho-da-puta e por um fim na existência dele de uma vez por todas, ele nos avisa que terá que ser um trabalho sujo e nada discreto, avisando que ele NUNCA está sozinho.

Aos 45 segundos a Adobe já está se sentindo o criador da bomba atômica e arrependendo-se do que a sua criação causou à humanidade.

Finalmente, as 54 segundos o cagão/medroso/covarde avisa, com seus gosmentos cabelos ao vento, que ele não vai sozinho não.

Alguma dúvida de por que eu dei esse título ao post?

Pra finalizar, cabe comentar que eu só consegui achar o vídeo no youtube procurando por “amil pior”, pois só com Amil não aparecia. Hehehehe

Agronegócio Record – A Fazenda

Eu tenho uma teoria sobre terem coisas que podem nos trazer muito mais diversão quando não sabemos exatamente do que se trata, e por isso, não devemos tentar saber mais do que sabemos, afim de poder fazer a distorção na compreensão do assunto perdurar e resultar em mais gargalhadas.

A Fazenda é mais um programa sobre o qual eu não sei basicamente porra nenhuma. E é isso que torna as notícias abaixo muito mais divertidas pra mim do que para quem assiste o tal programa:

banho-franciely

Vamos primeiro à notícia sem foto: ela permite uma compreensão relativa a futebol (provavelmente em relação ao desempenho do Douglas Costa no jogo de ontem, do Grêmio), uma compreensão relativa a homossexualismo (provavelmente resultante de uma quebra do acordo feito pelas duas criaturas antes da execução da meia), e uma compreensão relativa a vestuário, o que não deixa de ter um certo teor de frescura, afinal, dois caras se estranharem por causa de um par de meias é totalmente questionável.

Vamos então à notícia da foto: o que eu entendi é que, totalmente arrasada com a pouca aceitação de sua presença na tal Fazenda, seja por parte do público ou dos outros participantes do programa, a pobre moça não conseguiu se controlar e foi obrigada a tomar banho de biquini na frente da câmera para poder se recompor. Impressionante…

Certamente esse programa ainda me trará boas horas de riso, mesmo que eu jamais venha a assistí-lo.

Não havia sinais da presença de outras pessoas no quarto, afirmou o Coronel Pirom Jantrapirom

Por menor que seja a credibilidade com alguém com um nome que dá a idéia de ter um número tão grande de contra indicações na bula, o que se conta é que o tal coronel encontrou mesmo o David Carradine pendurado, nu, em uma corda dentro do armário do quarto do hotel dele em Bangcoc. A dona morte segue, como sempre, com produtividade zero. Só morrem os úteis. Os inúteis, seguem de vento em popa.

De qualquer modo, tá aqui a notícia no G1: http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1182656-7084,00.html