2019

Meu último post foi há quase 4 anos e 7 meses. É tempo pra caralho. Aconteceu uma monstruosidade de coisas desde então. Não apenas comigo, mas com nosso mundinho capenga também.

Nesse meio tempo descobri que minha vontade de compartilhar tudo com todos não é mais presente. Então vou trabalhar nos níveis de acesso do site, conforme comentei há 4 anos. Minha ideia é ser tão cricri que um mesmo post se apresente de maneira completamente diferente para níveis de usuário diferentes.

Isso será baseado única e exclusivamente no que me der na telha. O que eu acho justo e fofinho. Tô sentindo falta de escrever e acho que tá na hora de voltar a postar. Só não sobre política porque sigo teocrata e ninguém me entende ou apóia nisso.

Big Brother Brasil 7 – Em busca de um sentido

Eu nunca consegui assistir um Big Brother inteiro. Esse ano estou acompanhando ele com muito mais facilidade, pelos comentários do pessoal aqui da agência, que acompanha direto, até pelo Terra. Essa semana, na terça, teve paredão de novo. Ao contrário da proposta que o menezes tinha sugerido, não consiste em colocar os participantes contra uma parede e deixar um cego dar um tiro na direção deles, eliminando um dos participantes. Consiste em uma votação através de internet e telefone em dois participantes indicados pelo líder (i.e. sobrevivente de uma prova semi-desumanda) e por uma votação secreta dos outros participantes.

Mas todo esse parágrafo não vem ao caso. O que me interessou foi o fato de terem colocado uma psicóloga para conversar com a mulher indicada para o paredão (Fani, ou Fany, ou Funny… não importa) sobre sua suposta compulsão por sexo. Claro… compulsão por sexo. Ora, que falta de respeito.

Uma criatura fica enfiada numa casa durante mais de um mês, cheia de homem em volta, sem dar pra ninguém e vem tentar me convencer que tem compulsão por sexo? Claro. E depois pra provar que tem vai lá, depois de eliminada, e diz que não vai aceitar o convite pro filme pornõ que “As Brasileirinhas” convidou ela. Quero ver ela dizer isso na cara do Michael Douglas.

Podiam ter feito melhor…

Hoje, dando minha fuçadinha matinal no Terra, me deparo com a seguinte notícia: Casa de Lalau é pichada e atacada com ovos. Nada mais legal do que ver o povo mostrando sua indignação com algum dos filhos da puta nacionais.

Mas podiam ter feito melhor. Sou a favor de um protesto barato e bastante contundente. Certamente a polícia não vai gostar (ok, na verdade vai gostar e vai achar engraçado pra caralho, mas vai ser obrigada a impedir), o que fará com que se tenha que sair correndo, mas ainda assim é um bom protesto, e certamente terá repercussão internacional.

Segue a receita:

– Escolha um político cretino. Sei… que é difícil a escolha, são muitos políticos que mereciam ser empalados por um galho de paineira, mas ainda assim, com tempo e ajuda, faça a escolha;

– Busque o endereço do dito cujo. Não importa se ele não está na moradia no momento do protesto, a receita funciona da mesma maneira;

– Junte um bando de amigos – daqueles de fé – e saia para comer em uma churrascaria ou em um restaurante árabe;

– Guarde o resultado da comilança (sim, isso mesmo que tu tá pensando) em sacos plásticos, acondicionando-os em algum recipiente grande que impeça qualquer desastre caso o saco rasgue;

– Dirija-se, junto com os amigos, trajando roupas que possam ser jogadas fora, até a casa do político escolhido;

– Bombardeie a casa do filho da puta com os sacos contendo o adubo de origem naturall;

– Repita o processo mais algumas noites.

O que mais gosto nessa idéia é a pressão da família. Afinal, já não basta os familiares viverem com o dilema moral de morar com alguém tão sacana, como também, por culpa desse alguém, têm que aguentar a casa tapada de bosta, por mais de um dia seguido. E é assim que se semeia a discórdia na vida do político escolhido, estragando a vida dele.

É um protesto pacífico, e que certamente gerará muitos resultados, no que se trata de noticiários. Principalmente se for filmado e colocado no You Tube.

Bem mais legal que ovos e tinta, né?