Direitos Humanos Bem Trapalhões

Eu pretendia começar este post colando o link para o decreto que foi publicado dia 21 de dezembro de 2009 – o qual o presidente Mula afirma ter assinado sem prestar muita atenção – referente ao 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, mas como o site do diário oficial afirma que eu digitei errado o código CAPTCHA que não foi pedido, tive a sorte de conseguir o link para o decreto aqui: http://www.ccr.org.br/uploads/noticias/pndh3.pdf.

Segundo as reportagens que irei colar a seguir, embora o presidente tenha escrito uma apresentação de 3 páginas para o decreto acima, ele o assinou sem muita atenção. Já os ministros Dilma Rousseff e Tarso Genro, segundo a reportagem, sabiam bem o que estavam cometendo.

Considerando o que é dito nas reportagens “coladas” abaixo e ao monte de besteira que o Lula escreveu na apresentação do decreto, acho que cabe fazer aqui um apanhado de links para lembrar a todos quem é a corja que nos governa hoje em dia.

Sobre o decreto linkado acima:

(meio fora de sink, mas dá pra entender perfeitamente)

(a vez do Jabor opinar sobre o assunto)

(e a do Alexandre Garcia)

Um pouco sobre a Dilma:

Alguns textos também:

Em outubro de 2009 o Tas já tava comentando sobre a censura que o decreto acima está tentando viabilizar:

Eu sinceramente espero que, para a surpresa completa desta catrefa, a internet seja o meio onde esse bando de cretinos vá se afogar na bosta este ano. Essa campanha terá a internet como meio liberado para eles infernizarem a nação e eu continuo dizendo que eles não sabem onde estão se metendo.

Bem que podia ser sempre assim…

Fazia algum tempo que eu não via Porto Alegre como está nestes últimos dois dias: vazia! Que saudade de ver a cidade assim! O trânsito fica melhor, o stress fica menor, e até o calor diminui. Por que não pode ser sempre assim?

Tirando raríssimas excessões (i.e. parentes e amigos), eu tenho plena certeza de que toda essa gente que não está por aqui simplesmente não faz falta nenhuma! Por que diabos simplesmente não permanecem pra sempre onde quer que estejam agora e nos deixam em paz?!?

Nestas horas eu fico feliz que minhas chatísses sejam coerentes. Por exemplo: eu não gosto de sol e de praia, assim como não gosto da horda de débeis mentais que é a gigantesca maioria no trânsito de Porto Alegre, e da inesgotável multidão de malas-sem-alça que atrapalha (e são sempre os mesmos, com o mesmo perfil, quer vocês – politicamente malas-sem-alça – aceitem ou não) em supermercados, festas, farmácias e toda e qualquer espécie de estabelecimento dos quais possamos vir a precisar. A coerência está no fato de que essas pessoas citadas acima gostam de sol, praia, música ruim, farofada na beira da praia, banho-de-câncer-de-pele, imundiciar toda e qualquer superfície perto de onde resolvam ficar parados mais de 13 minutos, e toda uma série de outras coisas que eu conscientemente odeio.

Nessas horas é gratificante saber o quanto as pessoas que eu não gosto gostam das coisas que eu odeio.

E me vem a pergunta: por que não mudamos as placas das estradas em volta e impedimos que esse bando de malas retorne? Ou mudamos a cidade de lugar? Ou a erguemos do chão como alguns castelos de filmes de fantasia medieval?

As vezes é mesmo um pé no saco não ser onipotente.

E as criaturas ainda tem coragem…

…de perguntar por que o Papa nunca é brasileiro!

Imagina a cara do bom e velho Bento XVI quando leu a notícia sobre o padre Adelir de Carli? Certamente o pobre Papa ficou com a mão espalmada no rosto, louco de vontade de esganar o padreco.

E Deus, então, que já anda em baixa? Imagina a situação dele? Pensem o seguinte…

Tá lá Deus, dando uma olhada em algo importante no mundo enquanto o padre conclui que é uma baita idéia se pendurar em balões de festa e alçar vôo perto do litoral. Leva com ele um celular sem bateria e um GPS, que ele nunca soube pro que servia. Deus, na turbulência infernal de sua onisciência (que certamente é um poder monstruosamente chato de se ter) acaba só virando os olhos em direção ao litoral catarinense quando São Pedro sacode fortemente a manga de sua túnica e diz: “Olha a merda que o cara tá fazendo!”

Deus olha e em micropentelhésimos de segundo já analisa a situação como um todo, concluindo que talvez seja a chance de mostrar o poder da fé para as ovelhas desgarradas. Rapidamente conclui que logo o céu do Brasil estaria tapado de retardados pendurados em balões de festa. Pensa em simplesmente derrubar o padre na água e deixá-lo viver. Mas todo mundo que tenha algum conhecimento de adminstração, e o altíssimo não é exceção, sabe que regras são regras e uma vez que se abra uma exceção: fudeu!

“Tchê Pedro, o negócio é jogar raio, chuva e pedra até derrubar a merda!”

“Certo chefe”.

O resto vocês puderam acompanhar no Terra, em meio às notícias da morta mais famosa do país.

2008 – O Ano da Intolerância

Eu costumo passar a virada de ano na praia, junto com meus pais e a horda de bagunceiros do meu irmão. Temos casa em Atlântida Sul faz uma caralhada de anos e como eu nunca vou pra lá, sempre é engraçado reencontrar gente que eu não via há séculos e ver o que mudou na praia.

Os velhos conhecidos continuam engraçados, mas as mudanças na praia foram deprimentes. Destruindo o argumento que meus amigos sempre gastaram comigo de que o melhor da praia é ver a mulherada de biquini na beira da praia, a invasão absurda da chinelagem na praia foi algo inacreditável. Nunca tinha visto, nesse Rio Grande do Sul famoso por suas mulheres bonitas, tanta gente feia reunida. Que bela porcaria.

Gente feia, bagaceira, mal educada, porca… eu poderia escrever mais uns quinze parágrafos de agradáveis adjetivos e jamais seria capaz de caracterizar a total decadência da humanidade atualmente. Antes fosse uma impressão só minha, mas todos com que falei tinham a mesma opinião.

A verdade é que a tolerância nos levou a isso. O mundo foi tomado de idiotas e nós que deixamos. Levantando uma bandeira bizarra de que não se deve jamais ter preconceito, e que devemos entender que cada um vive a vida do jeito que quer, gosta do que quiser gostar e mais um monte de besteiras do tipo, deixamos o mundo virar um freak show formado por todos os tipos de desvios de comportamento e de abominações morais que agora será muito difícil de reverter.

Então que 2008 seja o Ano da Intolerância. Chega de entendermos o que não entendemos. Chega de abandonarmos os lugares que gostamos nas mãos dos quaisquer achando que nós que não nos encaixamos mais. É hora de se deixar não gostar do que não gostamos, porque é absurdo nos tirarem esse direito.

Provavelmente é tarde demais, mas é a única chance que temos de retomar o poder da mão dos idiotas e fazer com que seja possível andar na rua novamente sem ânsia de vômito.