Estava eu aqui refletindo sobre um troço…

Coisa mais contraditória uma rua chamada “Padre Cacique” não? Tipo… deve ter sido um Cacique genérico que foi convertido por algum jesuíta na época das missões. De qualquer modo, se o fato é memorável, não devia ter o nome do tal Cacique?

Muito estranho.

E as criaturas ainda tem coragem…

…de perguntar por que o Papa nunca é brasileiro!

Imagina a cara do bom e velho Bento XVI quando leu a notícia sobre o padre Adelir de Carli? Certamente o pobre Papa ficou com a mão espalmada no rosto, louco de vontade de esganar o padreco.

E Deus, então, que já anda em baixa? Imagina a situação dele? Pensem o seguinte…

Tá lá Deus, dando uma olhada em algo importante no mundo enquanto o padre conclui que é uma baita idéia se pendurar em balões de festa e alçar vôo perto do litoral. Leva com ele um celular sem bateria e um GPS, que ele nunca soube pro que servia. Deus, na turbulência infernal de sua onisciência (que certamente é um poder monstruosamente chato de se ter) acaba só virando os olhos em direção ao litoral catarinense quando São Pedro sacode fortemente a manga de sua túnica e diz: “Olha a merda que o cara tá fazendo!”

Deus olha e em micropentelhésimos de segundo já analisa a situação como um todo, concluindo que talvez seja a chance de mostrar o poder da fé para as ovelhas desgarradas. Rapidamente conclui que logo o céu do Brasil estaria tapado de retardados pendurados em balões de festa. Pensa em simplesmente derrubar o padre na água e deixá-lo viver. Mas todo mundo que tenha algum conhecimento de adminstração, e o altíssimo não é exceção, sabe que regras são regras e uma vez que se abra uma exceção: fudeu!

“Tchê Pedro, o negócio é jogar raio, chuva e pedra até derrubar a merda!”

“Certo chefe”.

O resto vocês puderam acompanhar no Terra, em meio às notícias da morta mais famosa do país.