A Desgraçada Arte de Desfazer Amigos

Os seres humanos são como os materiais utilizados pra um grande número de explosivos, que quando não misturados, mantém seu potecial de destruição a um nível muito baixo ou até mesmo inexistente. Adicionando uma boa quantidade de álcool a mim o potencial de destruição (de mim mesmo, das coisas e pessoas em volta, das situações, e de tudo mais que estiver ao meu alcance) alcança o nível máximo. Claro que não é culpa do álcool. Ele é apenas um ingrediente, e culpar o álcool por isso seria como culpar o pano e a garrafa do coquetel molotov. O potencial sempre esteve lá. Desencadear os efeitos colaterais, no caso dos seres humanos, cabe a si mesmo, e não a terceiros como no caso das bombas.

Faço amigos com uma facilidade incrível. Os desfaço com uma violência, uma estupidez e uma inconsciência impressionante. Faz parecer mentira quando eu digo que o mais importante são os amigos. Prova ser mentira quando digo que não me arrependo de nada que faço. Prova ser verdade que eu geralmente não tenho a menor idéia do motivo pelo qual faço a grande maioria das coisas que eu faço na vida.

Tudo isso desencadeia: culpa, tristeza, vontade de desaparecer, consciência de algumas vozes que se ouviu vociferar furiosamente em relação a outras pessoas certamente disseram as mesmas palavras sobre ti, e isso é uma absoluta merda.

Sou autor de cagadas que jamais vi ninguém reproduzir. Ou pelo menos ninguém contar e admitir. A absoluta certeza de que uma cagada dessas não é a última é algo que tira um pouco o fôlego pra pensar em tentar mudar algumas coisas.

Não existe desculpa, culpa, tristeza que pareça autentica depois de uma boa cagada. A consciência da própria estupidez resulta em nem mesmo se tentar desculpar, porque se sabe que tu mesmo não se desculparia.

O resto é merda.

Final de Semana em 3 Partes

Sexta-Feira:

A festa da Patricinha na quinta foi fortíssima. Acordei atrasado, com a cabeça demolida, e procurando em cada canto do quarto uma boa desculpa pra dar pro meu chefe e matar o trabalho. Uma vez que tudo que encontrei foram roupas fedendo a cigarro, fui trabalhar.

Longo dia de trabalho infrutífero. Um Banrisulzinho chinelo básico, uma ida a uma loja da Sthil pra preparar um trabalho que pode ser bom. Em meio a isso combino os detalhes da ida a São Leo com a Rê. Em meio a isso, acerto o que faltava para a janta polêmica na casa de uma amiga.

Noite. Cris e Mari quase me deixam louco se atrasando pro trem. Felizmente eu estava errado e o último era as 23:20. Uma velha puta rouba meu cartão telefônico que esqueci no orelhão, em questão de um minuto. Espero que ela se engasgue com um pedaço de galinha e morra na frente dos netos.

Chegamos a São Leopoldo e encontramos a Rê, o Ricardo e a Nay na parada. Legal o carinha. Garotas lindas, como sempre. Saudades. Caminhamos até o expresso. Cervejas bebidas no modo protestante. Muitas. Shows, contatos, shows no futuro. Menina de vermelho, beijos, pedofilia involuntária. Falo muito menos com a Rê do que eu gostaria. Bebo. Apago.

Sábado:

Acordo em casa. Nem sinal da volta de São Leopoldo na minha mente. Levanto, caminho pela casa. Tenho a impressão de que meu irmão está no quarto dele, mas ele devia estar na casa da namorada. Ouço um ruído. Cris no quarto azul. A mari é que está no quarto verde. Volto pro meu. Não consigo mais dormir. Levantamos. Acordamos a Mari. Eu e o Cris curamos a ressaca com uma miraculosa comida árabe. Nós dois achamos a dona do restaurante gostosa. Conversamos sobre o relacionamento entre os seres humanos. Voltamos pra casa. Mari acordada fuçando no computador. Tagarelamos, teclamos, tocamos. Hora de fazer a manutenção do moicano. Todos vão embora. Vou pro mojo. Sim, pode fazer a cicatriz aparecer. É, foi uma tacada de snooker. Mas eu não senti nada. Volto pra casa, não consigo dormir. Convido a Lê pra ir comigo no Pedrinho pelo aniversário da Gigi. Vamos pra lá. Cerveja, DVD Superphonico, clipes toscos. Vamos embora. Caminhamos na chuva. Conversamos muito. Cansados. Minha casa. Champagne. Mais conversa. Embromamos, como sempre fizemos. Beijos. Faziam sete anos. Ela vai pra casa. Deito, apago.

Domingo:

Acordo meio-dia. Falo com o Marcelo, falo com o Cris, esqueço de falar com a Mari, o que a deixa puta mais tarde. Vou pra casa do Marcelo. Almoçamos massa com berinjela e abobrinha. Pimenta, alho, shoyo. O Cris chega. Tocamos algumas músicas com o brinquedo novo do Marcelo. Hora de ir. Estação de trem, vento. Vamos pra Canoas. Gravamos as guias. Nos atrapalhamos um pouco com o metrônomo no início. Depois tudo resolvido. Filamos rango do pai do Cris. Voltamos pra Porto. Decidimos ir em uma Lan. Nos damos alguns tiros. De volta pra casa. Lê no msn. As conversas são semelhantes às de sete anos atrás.

Back to London

Pois é… ontem o dia foi um saco na agência. Nada pra se fazer o dia todo. No final do dia, felizmente, tive uma entrevista em uma outra agência, para qual a Fabi me indicou. Foi muito afudê lá e espero mesmo que role. O lugar é legal, o trabalho é bom e acho que vale muito a pena.

Claro que nada pode ser normal na minha vida. Acabei esquecendo minha mochila nessa agência.

De noite foi a janta de despedida do Sérgio. Eu, Sério, Marcelo, Cris, Guga, Gigi, Mari e Go. Tava muito bom. O Marcelo cozinhou (comida muito boa, como sempre), eu conversei sobre morcegos com a Go e dei balas de goma pra ela. Eu, o Guga e o Cris conversamos sobre o papel do homem no relacionamento alheio. Rimos muito. Infelizmente no final, tivemos que nos despedir do Sérgio. Hoje ele foi embora pra Londres de novo. Quando voltar de vez, será o maior produtor musical do Brasil.

Hoje muita correria. Fico de cara porque não consigo almoçar com o Sérgio ainda antes dele ir embora. Que merda. Viva a internet!

Ao longo do dia obtive minha mochila de volta. Converso com a garota difícil. Ela gosta de balas.

Agora de noite tem a recepção da Patricinha. Ela nos receberá junto ao seu exército de Patricinhas, onde iremos rir muito.

Scrap. Curiosidade fomentada. Ligo pra Nathália. Conversamos um pouco. Ainda me irrito com a dificuldade eterna de nos vermos.

Amanhã: Terror em São Leopoldo. Com Foguinho e FlyingCris. Hehehe.

Não houveram as cervejas da tarde de domingo, e a prospecção preparada para depois do ensaio não aconteceu. Mas isso não foi problema.

Nos encontramos todos na casa do Pedro e fomos pra o ensaio no Cidade Baixa. A Homera foi junto, já meio tristonha por estar indo embora no dia seguinte. Eu disse pra ela parar com essa mania de ir embora, mas não adiantou. Mais uma vez fomos violentamente sabotados pelo estúdio. Mais precisamente eu, pois as caixas da voz estavam fudidas de novo, e o som estava baixo e grave demais. Uma merda. Mas tocamos e nos divertimos assim mesmo, revendo mais alguns covers do show que eu falei antes. Depois do ensaio decidimos ir a algum lugar comer. Sugeri um restaurante árabe, mas acabamos indo pra casa do Pedro e pedindo um bauru cada um. Antes disso, uma velha chata, daquelas que vende adesivo ficou me pentelhando. Resolvi comprar um para dar para a Go. Quando eu cheguei na casa do Pedro ela me deu um desenho. Era eu, afinal, tinha antenas. Ela retribuiu os adesivos com um beijo e fuga correndo. Hehehe. Ela é igual à Mari. Incrível.

Assistimos DVDs e concordamos que devemos sequestrar a Mazzy Star assim que possível. Debatemos sobre o nariz da P.J. Harvey e mantive minha posição de que não pegaria. Eu, o Cris e o Guga conversamos sobre ir pro Planeta Atlântida assistir o Massacration, e pra eu e o Cris prospectarmos uns galetos. Depois disso, voltei pra casa e mantive minha insônia até umas quatro da manhã.

Ontem eu descobri que minha conta do Starsky & Hutch deu 27 reais, mas que a “loirinha simpática que deveria usar decotes maiores” da locadora me deu um desconto de 9 reais pra que eu volte mais vezes.

Almoço superphonico (eu, pedro, sérgio e Gigi). Rimos bastante, pra variar. Tomei uma Caracu medicinal. Trabalho chato. Revolta básica. Conversa com a Renata.De noite jogo.

Insônia até as 3.

De manhã eu, gênio renomado, descubro que tinha colocado o celular pra despertar mas mantido ele no silencioso. Corri, tomei banho, me vesti. Olhei o cardápio. Exercitei meu sadismo. Fui trabalhar. Renata me mostra a idéia que teve. É divertido reler tudo aquilo.

Almoço na casa dos pais após dias deles na praia. Tudo rápido. Carne ótima. Incrível como me dou cada vez melhor com eles desde que não moramos mais juntos.

Passo em casa. Converso com uma prospect que não sabe que é prospect ou faz que não sabe. Ela fala que o namorado não anda se puxando. Se tu não faz teu trabalho, alguém vem e faz pra ti, sempre digo.

Volto pro trabalho. Porra nenhuma pra fazer. Revolta. Sorvete com a Cau e com a Fabi e conversa entre a importante diferenciação entre Cafajestes e Canalhas. De volta pra cá. Escrevo tudo isso.

All I Wanna Do Is Rock!

Antes de sairmos para a casa do seu Tarcísio, pai do Cris, era necessário juntar todo mundo. Estreei minha camiseta da Avril e desci quando Cris chegou. Primeiro eu e o Cris fomos no Pedro, que ainda não estava pronto, e estava ainda semi-bêbado da noite anterior. O Pedro desceu e fomos pegar a Mari, que quando recebeu nossa ligação da frente do prédio dela, obviamente ainda não estava pronta pra sair. Esperamos bebendo uma coca-cola curativa, ehehe.

A Mari desceu e fomos até um Zaffari ali no Bom Fim. E é nessas horas que eu adoro Porto Alegre. Supermercado sábado de manhã, cheio de garotas bonitas! Nada melhor. Compramos cerveja, material pra salada (pimentões de várias cores), pasta de alho, etc. Lá haviam duas belíssimas guriazinhas, creio eu irmãs, que me asseguraram que cedo ou tarde serei preso por adorar adolescentes, ou no mínimo me tornarei um velho tarado. Pedi pro Cris para levar as guriazinhas e ele concordou, mas a Mari achou que teríamos que pesá-las e acabou ficando complicado.

Fomos pra casa do Pedro e o deixamos lá. Eu, o Cris e a Mari fomos pegar os irmãos Kalil no prédio do Marcelo. Voltamos pro Pedro, esperamos o Fabian por um bom tempo e largamos pra Canoas.

Felizmente o seu Tarcísio já esperava com a carne na churrasqueira. Colocamos mais algumas coisas no fogo e começamos a beber. O Cris, o Fabian e o Pedro se jogaram na água. Depois de um tempo começamos a tocar. O pai do Cris cantou uma enquanto a gente arrumava o equipamento (ele tem duas bandas, uma toca só beatles), e ele canta pra caralho.

Eu, pelo menos, passei desde então tocando e cantando, enquanto alguns da banda se revesavam. Foi uma salada. Cris tocando bateria, eu baixo, sério baixo, eu guitarra, Sérgio guitarra, Pedro guitarra. Uma baderna muito afudê! Combinamos de começar a preparar o show Superphones Covers (2000-2005).

Cervejas e músicas depois, hora de ir embora. Comentamos algo sobre fazer alguma coisa de noite, mas estávamos todos acabados. Varei a noite na internet, pra variar. Dormi mal por causa do calor e sonhei com a Fernanda Lima, que estava braba porque estava meio acima do peso. De repente eu estava fugindo de uma fortaleza tecnológica porque queriam me matar. Acordei. Está quente e nojento.

O verão, como uma amiga minha me disse, é humilhante.

Talvez cervejas de tarde. Talvez cervejas de noite. No meio disso, o ensaio.

Dias depois…

Eu tinha plena certeza que não conseguiria manter uma freqüência decente nos meus posts. Eu escrevi o primeiro há dias, e aconteceu coisa demais desde aquele dia, portanto, certamente qualquer relato será faltando os pedaços.

Além disso, conversando com a Laurinha, me deparei com um problema técnico interessante, que antes certamente não havia passado pela minha cabeça: manter ou não manter os nomes das pessoas aqui? Manter ou não o nome dos lugares? Complicado. Diante de um dilema complexo como este, farei o que qualquer pessoa com algum vestígio de álcool da noite anterior no sangue faria, mandarei tudo se fuder. Então comecemos pela noite seguinte à noite em que escrevi o primeiro post, ou seja…

Terça-feira: Eu estava caminhando pra casa depois de ter comido um sanduíche no Listo com a Cau e encontrei a Alice. Decidimos beber umas cervejas juntos, o que me faria certamente não assistir o Starsky & Hutch que eu recém havia tirado (o qual continua aqui do lado do teclado). Fomos até um snooker semi-novo que tem aqui perto de casa e do qual jamais me lembrarei do nome. Sua melhor característica, na minha visão de péssimo jogador de snooker, é que tem polar e original a $2,50, e isso é claramente algo que deve ser levado em conta. Bebemos e tagarelamos horas. Foi muito legal botar o papo em dia com a Devil. Rimos bastante, ficamos bêbados. Convidei ela para ir na formatura do Daniel no dia seguinte comigo. No meio da noite apareceu o Brown, que é um cara que andava com a gurizada da rua que eu morava antes, na época em que a gente era um bando de pirralho arruaceiro. Depois eu acompanhei a Alice até em casa, voltei para a minha casa, coloquei o Starsky & Hutch no DVD do computador, deitei e dormi antes mesmo de terminarem os traillers.

Quarta-feira: trabalhei bastante e descobri que tinha esquecido de refazer a avaliação física no União e não me deixaram pagar a mensalidade da musculação. Na realidade, até o momento, continuo esquecendo de marcar aquela merda. Saí relativamente cedo, liguei pra Alice, e fui pra casa dos meus pais me arrumar. Como eles moram bastante perto e o chuveiro deles, ao contrário do meu, não derrete a pele no verão, fui me arrumar lá para a formatura. Comi um sanduíche, tomei banho, coloquei meu terno de mafioso e maldisse o governo pela lei do desarmamento que me impedia de usar a pistola que claramente fazia parte daquela roupa. Voltei pra casa. A Alice passou aqui, pegamos o Marchetti e a Valentina na casa dele e nos tocamos pro Cisne Branco, que era onde seria a recepção. Comprimentados os pais do Daniel, que me conhecem desde os onze anos de idade e não me viam há séculos. Parabbenizei o Daniel e depois no sentamos. Conversamos horas, jantamos, fomos pro convés, olhamos a cidade de dentro do Guaíba. Muito legal a vista. Deve ser porque é a vista de uma cidade, pois paisagens jamais me interessam. Eu e a Alice ficamos, depois de muito e muito tempo que isso não acontecia. Foi bom como sempre. Final da noite decidimos não ir no baile porque estávamos cansados, e eu tinha que trabalhar no dia seguinte. Deixamos o Marchetti e a Valentina em casa, a Alice me deixou em casa, coloquei o Starsky & Hutch no DVD, deitei e dormi sonoramente.

Quinta-feira: encontrei a prospecção difícil assim que cheguei no trabalho. Perguntou como estava a festa. Contei que estava ótima, que teve show de fogos e que foi uma pena que ela não tivesse podido ir. (Explicando para os olhos desavisados que possam achar que eu sou um canalha – o que não sou, sou apenas cafajeste – eu havia convidado primeiro ela, naturalmente, porque tenho péssimas intensões em relação à moça. Como ela não quis, convidei a Fabi, que trabalha comigo, é minha parceira de festa, e a quem prometi abdicar algumas noites de prospecção pra fazer festa com ela, já que o namorado passa o tempo todo longe. Não tendo ela também podido ir, eu não iria convidar mais ninguém. Porém, quando encontrei a Devil aquele dia, concluí que era a companhia perfeita, porque tagarelava tanto quanto eu, bebia bastante e dançava de maneira muito sexy). Ela pareceu sinceramente revoltada por não ter aceitado. O resto do dia de trabalho foi meio chato, tirando o final, no qual obtive um convite, por intermédio do Cavinato, para o baile da Famecos, que seria no Petrópolis, e teria Irmãos Rocha e a banda nova do Dedé tocando. A Laurinha passou na minha casa de noite e fomos para a despedida da Bia. Era praticamente uma reunião FMLica. A Homera estava com um vestido que atentava contra todas as capacidades masculinas de controlar olhos e mãos. A Bia estava obviamente linda, assim como a Irmã dela. Todas as garotas estavam fora de série, na verdade. Isso é uma das coisas que eu gosto nessas ocasiões arrumadinhas, embora eu próprio odeie me arrumar pra elas. Depois eu e a Laurinha fomos para a recepção da Letícia, na qual descobri que ela é irmã de um amigo meu da época que eu gostava de praia. Ficamos lá um tempo, bebemos mais, conversei bastante com a Bela. Depois eu, a Laurinha, a Bianca, a Jéssica e a Roberta fomos para baile da Famecos. Chegamos lá e automaticamente peguei uma cerveja. Cumprimentei várias pessoas, inclusive o Diego e o Pedro, que eu não imaginava que estariam lá. Irmãos Rocha já estavam tocando, como sempre, muito fodas. Alguns d’Os Massa estavam lá também. A prospecção difícil também estava lá, mas aquele não era o lugar apropriado para investidas decentes, e nem minha alcoolização absoluta permitia isso. Fui embora com a Roberta e a Bianca. Cheguei em casa, comi umas linguiças sobrenaturais que ficam prontas em dois minutos no microondas, coloquei o Starsky & Hucth, deitei e dormi.

Sexta-feira: Champagne + Cerveja sempre resultam em uma manhã horrível. Manhã montando displays e ficando tapado daquela cola-spray asquerosa. Hora do almoço em casa, removendo a cola. Tarde lerda. Lanche ruim. Odeio quando é doce. Troca de mails interessante com a prospecção difícil. É interessante como acho a dificuldade atraente desta vez, mesmo eu andando em ondas de preguiça. Saio cedo, vou pra casa, tomo banho, como, assisto o Starsky & Hutch finalmente. Bidão telefona, ele o Fabrício e o Fábio passam aqui e vamos pra casa do Marcelo. Muitas pessoas, muitas cervejas. A Homera infelizmente não está de vestido. Chegam mais pessoas. Laurinha, Dê, Bia, Bruno, Luana, Fergs, Mari, Nasi, Alice, muitas e muitas pessoas. Todos bebem, todos riem, todos se divertem. Eu como uma pimenta preta. Assistimos novamente o Günther e temos certeza que ele é inigualável. Converso bastante com a Luana que está muito bêbada e preocupada com o Bruno, que está imovel no sofá apagado. Vou embora com a Alice. Entro em casa, me sirvo de sorvete, deito e durmo.

Hoje: acordo em fade in, como sempre. Vejo uma caneca do lado do computador. Olho dentro. Sorvete derretido. Tenho a impressão de que assediei a Alice antes dela me deixar aqui. Conecto, converso com o Cris sobre a baderna de hoje, tomo banho e escrevo tudo isso até agora. A tarde será divertida, na casa do pai do Cris, comendo e tocando. Viva os Superphones!