Como descobrir o ID de uma página do Facebook

Pelo que pude notar, considerando o gigantesco número de tutoriais sobre este assunto que não funcinam, essa é mais uma daquelas coisas que o Facebook tem o prazer de complicar e mudar o funcionamento de tempos em tempos.

O fato é que nem sempre somos os donos das páginas das quais precisamos do ID (e muitas vezes nossos clientes já criaram as páginas e não saberão exatamente como nos ajudar para nos passar as informações que precisamos). Assim aqui vai a manha:

  1. Acessa a página que tu quer saber o ID;
  2. Corre a página até chegar no último bloco da barra da esquerda;
  3. No último menu, cata o item “Receber atualizações via RSS”;
  4. Coloca o cursos sobre o link, clica com o botão direito (ou ativa o menu contextual da forma que a geringonça que tu estiver usando acessar permitir) e escolhe Copiar Link (ou Copy Link Location, ou o que for equivalente);
  5. Abre outra aba, e cola o link, que vai ser algo tipo: http://www.facebook.com/feeds/page.php?id=40796308305&format=rss20. Os números em vermelho são o ID em questão (o deste exemplo é da página da Coca-cola)

Tem pilhas de outras formas, mas esta me pareceu até agora a mais simples e mais independente do browser que tu tá usando, ou de algum plugin que tenha que instalar. E tem a vantagem de que se tu tá precisando do ID de um cliente que vende apenas vibradores, tu não precise curtir a página para ter acesso ao ID.

Para catar o ID de perfis a coisa é diferente e outra hora, se eu achar uma forma que eu já não tenha visto em outros tutoriais, eu largo aqui.

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Gravity The Seducer (Ladytron 2011)

Dia 12 de setembro na Europa e dia 13 de setembro nos Estados Unidos, Ladytron lançou seu novo álbum: Gravity The Seducer. Realmente mais uma prova de que a banda é foda mesmo. Normalmente eu comento as faixas dos álbuns que eu gosto, mas como a banda disponibilizou as músicas no SoundCloud para serem ouvidas e compradas, segue o player abaixo. E mais abaixo, dois clips do novo álbum.

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foguinho.com.br – não foi dessa vez

Acabei não conseguindo postar sobre isso antes, mas no dia 2 de agosto de 2011, o pessoal do jurídico do registro.br me mandou um e-mail dizendo que meu pedido de registro do domínio foguinho.com.br foi indeferido. Pelo que pude constatar, nem eu nem qualquer outra pessoa que estivesse brigando por ele também ganhou o direito de registrá-lo. Embora eu entenda e respeite a posição do registro.br, na minha opinião a lei vigente é antiquada e pouco adequada à realidade da internet. Atrelar o direito de registro de domínio a um nome de empresa registrada é plausível, mas certamente está longe de cobrir todas as situações em que mais de uma pessoa pode querer registrar um domínio.

De qualquer forma, já tenho a data do próximo processo de liberação e tentarei novamente. Valeu a todos que mandaram e-mail pros caras. Na próxima eu peço ajuda de novo!

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Together – The New Pornographers (2010)

Lançado em maio do ano passado, esse álbum é o quinto álbum da banda. Confesso que embora eu realmente lembre de ouvir falar bastante deles já há muito tempo (afinal o primeiro álbum é de 2000) eu sinceramente não consigo, de cabeça, associar nenhuma música a eles.

Segundo a Wikipedia, que raramente costuma mentir, Together conta com a participação de um monte de gente, entre eles Zach Condon, do Beirut, banda de quem a Globo chupou descaradamente o conceito estético dos videoclips para fazer umas 3 ou 4 mini-séries.

Uma vez que não lembro dos outros álbuns dos caras, não tenho como comparar esse com os anteriores (pelo menos por enquanto), mas dá pra dizer alguma coisa sobre cada uma das músicas:

1 – Moves: Começa com o que parece um violino com overdrive. Como acho que tudo, inclusive a voz de um bom número de pessoas, ficaria melhor com distorção, já comecei curtindo. O pianinho é do caralho. Dá pra notar a influência (declarada) de Brian Wilson nos backings.

2 – Crash Years: Essa foi a música que me fez ir atrás desse álbum (obrigado SoundHound). Existem músicas que a combinação do timbre da voz do vocalista com o timbre dos instrumentos e com a melodia é tão harmônica e faz tanto sentido que é capaz de carregar quem está ouvindo por um turbilhão de emoções/imagens/lembranças/idéias/vontades que dá vontade de pagar um churrasco pra banda inteira.

3 – Your Hands (Together): meio sessão da tarde pro meu gosto. E eu só vi o clip depois de escrever a frase anterior.

4 – Silver Jenny Dollar: power pop… faz sentido. Lembra 2002 mesmo.

5 – Sweet Talk, Sweet Talk: sempre fui um entusiasta das palmas bem empregadas.

6 – My Shepard: começa com um pianinho que promete. Uma análise rápida aqui, quando começou a voz dessa aqui, feminina, eu concluí que até o momento estou preferindo as músicas com vocal feminino. Ontem mesmo comentei que estamos há algum tempo com muito mais vocalistas mulheres fodonas do que vocalistas masculinos fodões. Interessante isso.

7 – If You Can’t See My Mirrors: essa seria uma música que eu certamente colocaria em um setlist pra uma festa. Provavelmente no início da festa.

8 – Up In The Dark: violão do início chega chegando, mas promete mais do que cumpre.

9 - Valkyrie In The Roller Disco: bonitinha, mas nada de muito impressionante.

10 - A Bite Out Of My Bed: seguindo a tendência básica da “teoria do gráfico” o pique sobre novamente nessa aqui, beeeem mais interessante que a anterior. Riffs interessantes, panderetinha bem utilizada também.

11 – Daughter Of Sorrow: até aqui se confirma a aplicação da “teoria do gráfico”, mostrando que assim como começaram com as mais fodonas, deixaram as outras mais fodas pro final! Tem uns backings gritados aqui que são uma cavalisse de afudê!

12 - We End Up Together: É fundamental que um album, para que seja bom, que ele termine bem. E é esse o caso aqui. Muito boa a escolha de música final do álbum.

Bem, pelo jeito vale a pena eu ouvir os outros quatro álbuns dos caras. Vou ouvir e depois talvez eu comente aqui. Talvez não.

 

 

 

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Mais considerações sobre por que eu mereço o foguinho.com.br

Pois bem, estava eu tendo algumas idéias subversivas quando resolvi fazer uma consulta ao registro.br em relação a um domínio. Vejam que resultado mais interessante:

Pois então, se o PSDB pode ser oposição.org.br eu tenho mais do que direito de ser foguinho.com.br, concordam?

Então voltem ao post anterior e sigam na minha campanha!

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